Os parques tecnológicos são complexos produtivos concebidos com o objetivo de promover a ciência e a inovação tecnológica através da cooperação entre institutos de pesquisa, empresas, investidores, universidades públicas e privadas e os agentes governamentais.

Geralmente instalados dentro de ambientes acadêmicos, estes estabelecimentos oferecem infraestrutura e suporte gerencial para que ideias inovadoras possam originar empreendimentos de sucesso que estimulem o progresso de uma cidade ou estado, bem como o bem-estar de seus habitantes.

Atualmente, o caso do Vale do Silício, na Califórnia, EUA, é o que melhor traduz este conceito: uma região de grande potencial sociocultural e econômico que atrai determinados perfis de pessoas e empresas que, por sua vez, atraem outros, gerando um crescimento exponencial em cadeia. No Brasil, os primeiros polos de inovação surgiram ainda na década de 1980. Entretanto, sua consolidação enquanto modelo de negócio ocorreu apenas no começo dos anos 2000. Conforme dados da Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec), hoje, o país dispõe de mais de 90 parques tecnológicos em operação ou fase de implantação.

Atualmente, a Ulbratech mantém parques tecnológicos operando nas cidades gaúchas de Canoas, Carazinho, Gravataí e Torres; em ltumbiara (GO), Manaus (AM) e Palmas (TO).